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Monterrey avalia contratação de Martín Anselmi, ex-Botafogo, após demissão de Domènec
Por Redação FutFogão em 25/03/2026 13:43
O cenário do futebol mexicano pode ter um reencontro em breve. Martín Anselmi, que recentemente deixou o comando do Botafogo, surge como um nome forte para assumir a direção técnica do Monterrey, conforme apurado pela emissora local TV Azteca Deportes. A possível contratação ocorre em um momento de reestruturação para o clube.
Técnico Argentino em Vista para o Monterrey
Após a dispensa de Domènec Torrent, o clube de Monterrey tem direcionado seus olhares para o treinador argentino. A intenção é preencher a lacuna deixada na área técnica no decorrer da presente temporada, buscando um profissional com um histórico consolidado.
A sondagem pelo ex-comandante botafoguense acontece em um período de considerável instabilidade para o Monterrey. Atualmente, a equipe ocupa a modesta nona posição no Campeonato Mexicano. A demissão de Domènec Torrent no mês passado não surtiu o efeito desejado, e a equipe interina, sob o comando de Nicolás Sánchez, ainda não conseguiu apresentar a evolução esperada em termos de resultados.
Prioridade: Experiência e Adaptação ao Futebol Mexicano
A estratégia do Monterrey parece clara: buscar um profissional que já possua vivência e familiaridade com o futebol jogado no México. Essa característica se alinha perfeitamente com o perfil de Martín Anselmi, que construiu uma trajetória de sucesso e demonstrou grande competência durante sua passagem anterior pelo Cruz Azul.
A movimentação do clube mexicano não passa despercebida pela diretoria do Botafogo , especialmente em virtude de cláusulas contratuais. O clube carioca se baseia em um acordo que o isentaria de arcar com os salários remanescentes de Martín Anselmi, com vínculo previsto até o final de 2027, caso o treinador feche um novo compromisso com outra agremiação.
Questões Contratuais e Divergências de Interpretação
Contudo, a situação não está isenta de potenciais desdobramentos jurídicos. O corpo de representantes do treinador contesta a interpretação da cláusula, argumentando que seu efeito legal só se configuraria com a demissão ocorrida a partir do mês de agosto. Essa divergência aponta para um impasse na forma como as partes entendem os termos acordados.
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